terça-feira, 30 de agosto de 2011

Trabalho de Biologia - Vídeo - prof. Caio


INSTRUÇÕES

Segue abaixo a lista dos grupos e seu respectivo tema, em negrito.

Cada grupo deverá elaborar um vídeo explicativo sobre o tema de 5 a 10 minutos de duração.

Os critérios de avaliação serão:

-        criatividade
-        pontualidade
-        coerência com o tema
-        didática
-        pertinência do conteúdo

Os vídeos deverão ser entregues gravados em mídia física (CD ou DVD) no formato .AVI

Poderá ser usado qualquer equipamento de filmagem como celular, câmera fotográfica ou câmera filmadora.

Poderão ser feitas animações, dublagens ou atuações, sempre citando as devidas fontes e dando os devidos créditos em imagens ou sons utilizados.

RELAÇÃO DOS GRUPOS

  2ºG

GRUPO 1 - (1ª Lei de Mendel)


Bruno Covre
Michelle Bastos
Igor Camilo
Henrique Ferreira
Márcio Goes
Daniel Luiz
Marcos Vinícius

GRUPO 2 - (Síndrome de Down/Turner)

Larissa Santos
Jorge Luiz
Steffani R.
Thayná Cintra
Ana Carolina
Gisele de Paula
Deybla Daiane
Marcos Fernandes

GRUPO 3 - (2º Lei de Mendel)

Aline dos Santos
Joseane Regina
Marina dos Santos
Lucinélia Gonçalves
Melissa N.
Diorgenes Tadeu
Matheus Vinicius
Tainá de Paula
Jéssica Ladislau
Jaqueline Oliveira

GRUPO 4 - (Sistema ABO/Rh sanguíneo)

Caique Cardoso
Caio Pinho
 





2ºH



GRUPO 1 – (1ªLei de Mendel)

Kéticia Suelen
Ramiro Schmitz
Izabella Samantha
Gislaine Aparecida
Jéssica Machado

GRUPO 2 – (2ª Lei de Mendel)

Juliane
Graziela
Arthur
Wesley Ribeiro
Allef

GRUPO 3 – (Síndrome de Down)

Fernanda
Rafael
Gabriel
Kauê

GRUPO 4 – (Síndrome de Turner)

Danielle
Felipe L.
Stefani H.
Tainá
Thaís C.

GRUPO 5 – (Sistema ABO/RH sanguineo)

Natiely Viana
Luana Garrido

GRUPO 6 - (Albinismo)

Alec
Diego
Felipe R.

GRUPO 7 – (multialelismo e codominância)

Paula
Bruna
Juliana
Izabel
Stephany P.
Paloma
Weslei F.



2ªI

GRUPO 1 – (1ªLei de Mendel)

Bruno Ok.
Lucas A.
Rafael C.
Bruno A.
Lucas N.

GRUPO 2 – (Sindrome de Down)

Bruna O.
Cláudia
Laíz
Gabriela Martim
Rebeca
Elaine

GRUPO 3 – (2ª Lei de Mendel)

Diego
Juliany
Luiza
Poliana
Thainá
Tiago
Ricardo

GRUPO 4 – (Sistema ABO/RH sanguineo)

Aline
Caique
Gabriela
Letícia

GRUPO 5 – multialelismo e codominância

Ana Carolina
Camila
Carolina
Daiane
Felipe
Gustavo
Lucas W.




















sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Textos Geo - Profa. Mitzi

Amazônia- 1º anos 3ºBi

Floresta Amazônica
fonte:webciencia.com

A Amazônia está situada em sua porção centro-norte; é cortada pela linha equatorial e, portanto, compreendida em área de baixas latitudes. Ocupa cerca de 2/5 do continente e mais da metade do Brasil. Inclui 9 países (Brasil, Bolívia, Colômbia, Equador, Guiana, Guiana Francesa, Peru, Suriname e Venezuela). A Amazônia brasileira compreende 3.581 Km2, o que equivale a 42,07% do país. A chamada Amazônia Legal é maior ainda, cobrindo 60% do território em um total de cinco milhões de Km2. Ela abrange os estados do Amazonas, Acre, Amapá, oeste do Maranhão, Mato Grosso, Rondônia, Pará, Roraima e Tocantins.
O clima é do tipo equatorial, quente e úmido, com a temperatura variando pouco durante o ano, em torno de 26ºC.É muito comum na região, os períodos de chuva provocados em grande parte pelo vapor d'água trazido do leste pelos ventos.
A grande bacia fluvial do Amazonas possui 1/5 da disponibilidade mundial de água doce e é recoberta pela maior floresta equatorial do mundo, correspondendo a 1/3 das reservas florestais da Terra.
Apesar de ser o maior estado brasileiro (Amazonas), possui a menor densidade demográfica humana, com menos de 10% da população do país, 7.652.500 habitantes.

Meios de transportes e Zona Franca

O transporte fluvial é ainda o mais importante, mas começa a ser complementado pelas rodovias federais, como a Transamazônica, a Belém - Brasília e a Manaus - Porto Velho. O aeroporto de Manaus tornou-se um dos principais do país em volume de carga embarcada, sendo utilizado para o escoamento da produção das indústrias eletrônicas da Zona Franca, estabelecida em 1967como área livre de importação e exportação. Nessa área, as mercadorias procedentes do exterior não pagam impostos de importação, quando se destinam ao consumo local, às indústrias da região, ou à reestocagem para reexportação.

Economia

A economia é dominada pelo extrativismo vegetal, exercido sobre uma flora com enorme variedade de espécies. Além da seringueira e do caucho, de onde se extrai a borracha, são coletadas a castanha-do-pará, vários tipos de madeira, gomas, guaraná, babaçu, malva e muitas outras. O extrativismo mineral, de gemas e pedras preciosas começa a assumir maior importância, já que a região possui inúmeros recursos, até hoje pouco explorados: ouro no Pará, no Amazonas, em Roraima e no Amapá; ferro no Pará (serra dos Carajás), no Amapá e no Amazonas; sal-gema no Amazonas e no Pará; manganês no Amapá (serra do Navio), no Pará e no Amazonas; bauxita no Pará (Oriximiná, no rio Trombetas, e em Tucuruí), além de calcário, cassiterita, linhita, gipsita, cobre, estanho, chumbo, caulim, diamante e níquel.
Na agricultura, as principais lavouras são as de juta, pimenta-do-reino, arroz, milho, cacau e mandioca. A criação de gado bovino concentra-se na região de Marajó, nos arredores de Porto Velho (Roraima), no Amapá e no norte dos Estados de Tocantins e Mato Grosso. A pesca do pirarucu e de outros peixes serve ao consumo local. Várias hidrelétricas, como as de Tucuruí, no rio Tocantins, no Estado do Pará, e a de Balbina, no Estado do Amazonas, próxima de Manaus, foram construídas.

Desmatamento da Floresta Amazônica

A Amazônia abriga 33% das florestas tropicais do planeta e cerca de 30% das espécies conhecidas de flora e fauna. Hoje, a área total vítima do desmatamento da floresta corresponde a mais de 350 mil Km2, a um ritmo de 20 hectares por minuto, 30 mil por dia e 8 milhões por ano. Com esse processo, diversas espécies, muitas delas nem sequer identificadas pelo homem, desapareceram da Amazônia. Sobretudo a partir de 1988, desencadeou-se uma discussão internacional a respeito do papel da Amazônia no equilíbrio da biosfera e das conseqüências da devastação que, segundo os especialistas, pode inclusive alterar o clima da Terra.

Textos Geografia - Profa. Mitzi

Energia
fonte: suapesquisa.com
Introdução

Em nosso planeta encontramos diversos tipos de fontes de energia. Elas podem ser renováveis ou esgotáveis. Por exemplo, a energia solar e a eólica (obtida através dos ventos) fazem parte das fontes de energia inesgotáveis. Por outro lado,
os combustíveis fósseis (derivados do petróleo e do carvão mineral) possuem uma quantidade limitada em nosso planeta, podendo acabar caso não haja um consumo racional.
Principais fontes de energia

· Energia hidráulica – é a mais utilizada no Brasil em função da grande quantidade de rios em nosso país.
A água possui um potencial energético e quando represada ele aumenta. Numa usina hidrelétrica existem turbinas que, na queda d`água, fazem funcionar um gerador elétrico, produzindo energia. Embora a implantação de uma usina provoque impactos ambientais, na fase de construção da represa, esta é uma fonte considerada limpa.

· Energia fóssil – formada a milhões de anos a partir do acúmulo de materiais orgânicos no subsolo. A geração de energia a partir destas fontes costuma provocar poluição, e esta, contribui com o aumento do efeito estufa e aquecimento global. Isto ocorre principalmente nos casos dos derivados de petróleo (diesel e
gasolina) e do carvão mineral. Já no caso do gás natural, o nível de poluentes é bem menor.

· Energia solar – ainda pouco explorada no mundo, em função do custo elevado de implantação, é uma fonte limpa, ou seja, não gera poluição nem impactos ambientais. A radiação solar é captada e transformada para gerar calor
ou eletricidade.

· Energia de biomassa – é a energia gerada a partir da decomposição, em curto prazo, de materiais orgânicos (esterco, restos de alimentos, resíduos agrícolas). O gás metano produzido é usado para gerar energia.

· Energia eólica – gerada a partir do vento. Grandes hélices são instaladas em áreas abertas, sendo que, os movimentos delas geram energia elétrica. È uma fonte limpa e inesgotável, porém, ainda pouco utilizada.

· Energia nuclear – o urânio é um elemento químico que possui muita energia. Quando o núcleo é desintegrado, uma enorme quantidade de energia é liberada.
As usinas nucleares aproveitam esta energia para gerar eletricidade. Embora não produza poluentes, a quantidade de lixo nuclear é um ponto negativo.Os acidentes em usinas nucleares, embora raros, representam um grande perigo.

· Energia geotérmica – nas camadas profundas da crosta terrestre existe um alto nível de calor. Em algumas regiões, a temperatura pode superar 5.000°C. As usinas podem utilizar este calor para acionar turbinas elétricas e gerar energia. Ainda é pouco utilizada.

· Energia gravitacional – gerada a partir do movimento das águas oceânicas nas marés. Possui um custo elevado de implantação e, por isso, é pouco utilizada. Especialistas em energia afirmam que, no futuro, esta, será uma das principais fontes de energia do planeta.

Textos Geografia - Profa. Mitzi


Pré-sal

fonte:algosobre.com.br

Desde 2007, o termo pré-sal ganhou as páginas dos jornais de todo o país. A maioria dos brasileiros reproduz os discursos sobre exploração e produção dos especialistas sobre a descoberta. Mas... você saberia responder, efetivamente, o que é o pré-sal?
O termo foi escolhido para caracterizar a descoberta da acumulação de Tupi, na Bacia de Santos. O petróleo está localizado na camada pré-sal, isto é, a cinco quilômetros abaixo do solo do oceano na plataforma continental brasileira. As estimativas do governo apontam que as reservas atinjam entre cinco e oito bilhões de barris de petróleo e gás natural.
E tem mais. Essa riqueza do pré-sal não se restringe a Tupi. A reserva de petróleo sob a camada de sal no subsolo oceânico estende-se por 800 quilômetros, indo de Santa Catarina ao Espírito Santo. A importância dessa descoberta está relacionada ao potencial de produção que o país poderá atingir.
As reservas comprovadas de petróleo no Brasil são de 11,19 bilhões de barris. A intenção da Petrobras é alcançar a produção diária de um milhão de barris de petróleo em 2017, com onze plataformas no pré-sal da Bacia de Santos.
Mas nem tudo é festa. A preocupação dos especialistas gira em torno do processo de exploração e produção desse petróleo nas condições pré-sal. Estão em jogo o desenvolvimento de novas tecnologias e a cotação do mercado internacional para a ação se tornar economicamente viável.
Para alcançar e dimensionar a acumulação de óleo e gás, a Petrobras bateu recordes de perfuração, chegando a mais de 7.000 metros abaixo da linha d’água, ultrapassando uma espessa barreira de sal, tendo investido para isso mais de US$ 1,7 bilhão.